Povo brasileiro

A população brasileira é bastante miscigenada. Isso ocorreu em razão da mistura de diversos grupos humanos que aconteceu no país. São inúmeras as raças que favoreceram a formação do povo brasileiro. Os principais grupos foram os povos indígenas, africanos, imigrantes europeus e asiáticos. A portrait of Brazilian People based on the anthropological work of Darcy Ribeiro. O povo brasileiro tem sofrido muito com as políticas austeras de um governo sem legitimidade. O desemprego, a retirada de investimentos em saúde e educação impostos pela Emenda Constitucional 95 e a entrega do patrimônio brasileiro ao capital estrangeiro, através do acelerado programa de privatizações, são assombros para todos que ... A obra 'O Povo Brasileiro' configura-se como um ensaio magnânimo de um pensador que expõe, com propriedade e por meio de uma linguagem clara e ao mesmo tempo exuberante, as agonias e os êxitos da formação nacional. Nesta série View all. Compre o eBook. Preço: R$ 18,58 BRL. INTRODUÇÃO O Brasil e os brasileiros, sua gestação como povo, é o que trataremos de reconstituir e compreender nos capítulos seguintes. Surgimos da confluência, do entrechoque e do caldeamento do invasor português com índios silvícolas e campineiros 02a O povo brasileiro h [videorecording] / c Versatil Home Video y Superfilmes epresentam ; da obra de Darcy Ribeiro ; idealização e direção, Isa Grinspum Ferraz ; pesquisa e argumento, Antônio Risério, Marcos Pompéia ; roteiro, Isa Grinspum Ferraz, Marcos Pompéia ; direçao de produçao, Fernando Senatori ; realização, Cinematográfica Superfilmes. View credits, reviews, tracks and shop for the 1999 CD release of Povo Brasileiro on Discogs. Label: EMI - 524382 2,EMI - 364 524382 2 • Format: CD Album • Country: Brazil • Genre: Reggae • Style: Reggae Nossa indicação de leitura para as férias de inverno: O Povo Brasileiro de Darcy Ribeiro.Em pouco mais de 100 páginas o leitor já fica conhecendo com detalhes as atrocidades pelas quais passaram os índios e os negros africanos que foram escravizados e dizimados pelos europeus. O Povo Brasileiro é o Jornal da nossa brava gente! É o Jornal que fala a verdade sobre os caminhos da Pátria e de sua massa trabalhadora! É o Jornal que expressa a opinião popular sobre o nosso país, a opinião daqueles e daquelas que ousam lutar e que ousarão vencer por um novo Brasil! Venceremos! Campanha do governo honra heroísmo do povo brasileiro; Campanha do governo honra heroísmo do povo brasileiro. Vídeo é estrelado pelo secretário especial de Cultura, Mario Frias. Rafael Ramos - 04/09/2020 11h37 Heróis do Brasil são tema de nova campanha do governo Foto: Reprodução.

r/Brasil

2008.02.15 21:22 r/Brasil

A casa dos brasileiros no Reddit. Leia as regras e participe de nossa comunidade! The Brazilian community on Reddit. Feel free to post in English or Portuguese!
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2014.11.22 17:39 mrbewulf Brasil Livre

Subreddit brasileiro livre de todo tipo de censura. Fale, converse, discuta sobre o que quiser. An uncensored brazilian subreddit, speak your mind.
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2012.11.23 21:37 Circojeca

Igual se o /circlejerk fosse uma comunidade do orkut
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2020.09.17 22:19 Ryanf1f5f4f4 Auxílio emergencial R$ 300...

Governo federal descontou R$ 1,5 Bilhões das universidades federais e ninguém falou nada, R$ 985 milhões do ensino médio e ninguém falou nada. Aí agora ele desconta 50% do auxílio emergencial e o povo fala "descontaremos nas urnas" wtf, esse tipo de mãe é aquela que coloca o filho na escola pra ele não ficar em casa atentando. Não tô defendendo o Biroliro, mas acho que o futuro do país não depende de R$ 600, tem que lutar pelo bem de todos, não por benefício próprio. Acho que cortes na educação é igualmente prejudicial ao o corte no auxílio emergencial, mas ninguém fala nada. Parabéns pais do eterno futuro terra do futebol e carnaval, enquanto uma cientista portuguesa descobre possível vida em outro planeta o brasileiro tá ofendendo presidente por causa de R$ 600 ao mesmo tempo corta bilhões da educação, é um eterno paradoxo no qual o Brasil só vai sair quando o brasileiro valorizar a educação.
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2020.09.17 21:51 Mr_Arapuga Lista de Títulos oficiais do Flamengo

Legenda: *: invicto;
©1: 1° turno do estadual;
©2: 2° turno do estadual;
©3: 3° turno do estadual
Notas: -A Taça Guanabara está dividida, a ganha 2 vezes é a de quando ela era uma competição independente do campeonato estadual, e a com 20 conquistas é o turno do estadual;
-O Torneio Super Clássicos fazia parte do Campeonato Carioca;
-O Campeonato da Capital foi (ou é) a primeira fase da Copa Rio;
-Em 1979 o Campeonato Carioca foi disputado 2 vezes, na primeira apenas entre os times do já inexistente Estado da Guanabara, e na segunda contou com os times do Estado do Rio de Janeiro, ao qual a Guanabara havia sido integrada em 1975;
-O Torneio do Povo não é considerado oficial pela CBF;
-Embora tendo sido organizado pela SBT, a CBF reconhece as 3 edições da Copa dos Campeões Mundiais como oficiais (as outras duas foram ganhas pelo São Paulo em 1995 e 1996);
Mundiais: [1 título] 1) 1 Copa Intercontinental (1981*) -Flamengo 3×0 Liverpool;
Continentais: [5 títulos] 2) 2 Copa Libertadores da América (1981 e 2019);
3) 1 Copa de Ouro Nicolás Leoz (1996*);
4) 1 Copa Mercosul (1999);
5) 1 Recopa Sul-Americana (2020*) -Flamengo 5×2 (2×2//3×0) Independiente del Valle;
Nacionais: [13 títulos] 6) 7 Campeonato Brasileiro Série A (1980, 1982, 1983, 1987², 1992, 2009 e 2019);
7) 3 Copa do Brasil (1990*, 2006 e 2013);
8) 1 Copa dos Clubes Brasileiros Campeões Mundiais (1997*);
9) 1 Copa dos Campeões (2001);
10) 1 Supercopa do Brasil (2020*) -Flamengo 3×0 Athlético Paranaense-PR;
Interestaduais: [2 títulos] 11) 1 Torneio Rio-São Paulo (1961);
12) 1 Taça dos Campeões Estaduais Rio-São Paulo (1955*) -Flamengo 2×1 Santos;
Estaduais: [106 títulos] 13) 13 Campeonato Carioca de Segundos Quadros/Campeonato Carioca de Aspirantes (1912, 1913, 1914, 1916, 1917, 1918, 1925, 1927, 1931, 1935 / 1955, 1956 e 1970);
14) 36 Campeonato Carioca (1914, 1915, 1920, 1921, 1925, 1927, 1939, 1942, 1943, 1944, 1953, 1954, 1955, 1963, 1965, 1972, 1974, 1978, 1979, 1979, 1981, 1986, 1991, 1996, 1999, 2000, 2001, 2004, 2007, 2008, 2009, 2011, 2014, 2017, 2019 e 2020);
15) 6 Torneio Início (1920, 1922, 1946, 1951, 1952 e 1959);
16) 1 Torneio Extra (1934);
17) 1 Torneio Aberto do Rio de Janeiro (1936*);
18) 1 Torneio Relâmpago do Rio de Janeiro (1943);
19) 3 Taça Fernando Loretti (1945, 1946 e 1948);
20) 1 Taça Lamartine Babo (1965);
21) 1 Torneio Ibsen de Rossi (1966);
22) 2 Taça Guanabara (1970 e 1980*);
23) 20 Taça Guanabara ©1 (1972, 1973, 1978, 1979, 1981, 1982, 1984, 1988, 1989, 1995, 1996, 1999, 2001, 2004, 2007, 2008, 2011, 2014, 2018 e 2020);
24) 1 Taça Rio de Janeiro ©2 (1978);
25) 1 Taça Pedro Magalhães Corrêa ©3 (1974);
26) 9 Taça Rio ©2 (1983, 1985, 1986, 1991, 1996, 2000, 2009, 2011 e 2019);
27) 1 Taça Innocêncio Pereira Leal ©2 (1979);
28) 1 Taça Luiz Aranha ©1 (1979*);
29) 1 Taça Jorge Frias de Paula ©2 (1979*);
30) 1 Taça Sylvio Corrêa Pacheco ©3 (1981*);
31) 1 Taça Euzébio de Andrade ©3 (1987);
32) 1 Copa Rio (1991);
33) 1 Copa Record Rio de Futebol (2005);
34) 3 Torneio Super Clássicos⁹ (2013*, 2014 e 2015);
Municipais: [2 títulos]
35) 2 Campeonato da Capital (1991, 1993*);
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2020.09.15 06:37 Hike16 A destruição do tecido industrial brasileiro

Olá, camaradas, quero contribuir para esse sub com um texto que eu e uns camaradas escrevemos, pois acreditamos que os comunistas precisam ter mais acúmulo sobre o desenvolvimento das forças produtivas mas sem que isso se confunda com um desenvolvimentismo cretino. Estamo abertos ao debate, com críticas e apontamentos. Abraços!
Parte I – a importância da indústria
Modos de produção (e reprodução) da vida social são uma unidade de dois aspectos: relações de produção e forças produtivas. A esquerda brasileira em geral costuma com toda a justeza denunciar e almejar uma mudança quase que exclusivamente no primeiro. Cabe perceber que da mesma forma que as relações sociais capitalistas jamais teriam se generalizado se não houvesse o advento histórico da grande indústria de transformação, não pode haver relações de produção plenamente socialistas sem uma correspondente base material muito avançada.
Nesse sentido, quando olhamos o Brasil, vemos vários problemas na produção econômica em solo nacional. No que se relaciona mais diretamente com as relações de produção, vemos uma péssima distribuição da renda nacional, com um índice GINI – que busca esboçar a desigualdade em uma escala de 0 a 1, sendo 1 o mais desigual – de aproximadamente 0,53. Cabe ressaltar que, em países vizinhos, apesar da pobreza, o índice é menor, como é o caso da Colômbia (0,50), Uruguai (0,39), Bolívia (0,42) e Cuba (0,38). No tocante às forças produtivas, estas não são nem um pouco abundantes em termos relativos à população. Hoje, nosso PIB per capita fica na faixa dos 9 mil dólares anuais por pessoa, tendo tido o pico de 13 mil, em 2011. Não é um valor pequeno, de forma alguma, como se verifica em outros países muito mais assolados pelo rapinagem imperialista. Mas está muito longe de estar perto dos países de capitalismo autônomo e avançado, que figuram cifras acima dos 30 mil dólares anuais por pessoa.
É verdade que a produtividade nacional não se impõe como uma barreira imediata e intransponível para o início de uma nova ordem social, como, por exemplo, atesta a valente e forte experiência cubana, ou mesmo a revolução bolchevique partindo da Rússia semi-feudal. Talvez justamente por isso que a esquerda costume focar suas preocupações estratégicas (isto é, quando tem alguma) nos aspectos relativos às relações de produção, além de uma compreensível precaução de não voltar a incidir nas concepções etapistas da revolução brasileira. Trata-se de uma ressalva plenamente justificada: defender a ampliação das condições industriais e produtivas para poder socializá-las com qualidade à maioria da população. Não pode se confundir com ilusões no desenvolvimento da ordem capitalista ou ainda com pretensões nacionais da burguesia nativa, que hoje no Brasil é associada e profundamente dependente do imperialismo.
Ainda que o atraso nas bases econômicas não seja essa barreira intransponível para o início do processo socialista, certamente o é para o seu pleno desenvolvimento. Não pode haver florescimento das capacidades humanas para o/a trabalhadoa, seu ativo envolvimento na vida política e nos rumos do país, sem que haja uma base material arrojada que os libere do trabalho extenuante. Para um país se desenvolver plenamente rumo ao socialismo é condição necessária (mas não suficiente) que ele atinja grau de sofisticação bastante elevado em suas forças produtivas, como se verifica na história da União Soviética e também na China, onde o povo e a força dirigente tiveram que empenhar esforços colossais para superar o atraso tecnológico dessas sociedades. O avanço da revolução socialista nesses países fica tanto mais penoso e dificultado conforme menos desenvolvidas são essas forças produtivas e as relações de produção fruto de sua história.
Nesse sentido, cabe então colocar na ordem do dia o debate sobre os rumos que um país deve adotar para o desenvolvimento de suas capacidades produtivas e da geração de renda, serviços e produtos. A experiência histórica indica que uma indústria manufatureira desenvolvida é condição imprescindível para a geração de riqueza. Ainda que o estágio atual de desenvolvimento do capitalismo possa fazer parecer que o grosso da riqueza está se deslocando cada vez mais para o setor de serviços, sua base material ainda reside na manufatura, pois é na manufatura em que a maior parte do valor é agregada às mercadorias.
Além disso, os serviços sofisticados estão umbilicalmente conectados à indústria. Por exemplo, todos os serviços de informática estão assentados sobre o fato de existir um objeto físico, a saber um computador ou qualquer outro dispositivo, que possibilita a existência desse serviços. Além do mais, o domínio sobre tais serviços sofisticados necessita de um grande desenvolvimento e aprendizado tecnológico, e os países que têm tais domínios são justamente os que têm sua forças produtivas em um grau de maturidade mais avançado. A importância da indústria reside no fato de ser por meio dela que o trabalho humano pode desabrochar muitas de suas potencialidades, como a soma coordenada do trabalho de muitos operários, que é mais produtivo do que a soma simples das partes. Na produção manufatureira, diferentemente dos serviços, a finalidade é um produto, não uma atividade, e portanto a possibilidade de ampliar a produtividade possui menos restrições. Na indústria, temos por excelência a possibilidade de economia de escala e de escopo, que otimizam o potencial produtivo. Assim, sem uma indústria manufatureira desenvolvida, o caminho para a riqueza é impossível.
Entretanto, é comum nos depararmos com objeções postas pelos economistas ortodoxos (neoclássicos, e maiores apologistas da ordem). Para se contrapor à ideia de que uma base manufatureira fecunda é necessária para poder ter desenvolvimento econômico, eles remetem a uma noção desenvolvida por David Ricardo – as chamadas vantagens comparativas. Isto é, um país deveria se concentrar e se especializar em produzir o que ele sabe fazer melhor e com mais produtividade. Por exemplo: se um país tem vastas extensões de terras agricultáveis e recursos minerais abundantes, ele deveria se concentrar nesses setores. Sendo assim, seria capaz de aprimorar cada vez mais tais setores, e isso possibilitaria conseguir trocar suas mercadorias no mercado mundial com tamanha produtividade e eficiência com relação aos demais competidores, que de tal sorte ele conseguiria gerar excedentes e assim adquirir os demais bens que não é capaz de produzir, e se desenvolver – dizem tais mistificadores. Na prática, a vantagem comparativa dos países de capitalismo dependente é produzir bens primários enquanto que as vantagens dos países centrais são a produção de bens industriais de alta tecnologia. Para os defensores dessa visão, o Brasil deveria se focar em aumentar sua produtividade agropecuária e no setor de mineração, e assim as ditas “forças de mercado” conduziriam o país rumo a um crescimento econômico sustentado.
Essa visão é ingênua. De fato, nenhum país (exceto a Inglaterra, de onde tal ideia partiu) se desenvolveu apenas apostando nas suas vantagens comparativas, pois, inicialmente, ninguém dispõe como vantagem de ter forças produtivas avançadas: essas forças tiveram de ser desenvolvidas. Também podemos olhar para os países ricos e constataremos que são – adivinhe, sim! – os países mais industrializados. Se hoje alguns países com altos índices de riqueza per capita não possuem grande participação relativa da indústria, costuma ser porque nestes já houve um pico de industrialização, e agora eles têm grande participação de serviços industriais sofisticados, como a Austrália.
Por outro lado, não podemos cair em uma espécie de “industrialismo ingênuo”, como se tudo se resumisse a um desenvolvimento mais ou menos intrínseco das forças produtivas, ignorando as relações de produção, de propriedade e de trabalho que condicionam, ou em última instância determinam, a alocação do excedente econômico da sociedade. Não menos importante, há que se lembrar da geopolítica do imperialismo, que alavanca os países de capitalismo avançado através da rapina e exploração do restante do mundo, relegando a ele o atraso econômico e a miséria de sua população. Isto é, como via de regra, há sim grande correlação entre países ricos e desenvolvidos com o desenvolvimento de sua indústria, mas rejeitamos um argumento que tome a existência da indústria como explicação simples da riqueza destas nações, algo que simplifique essa questão numa resposta de causalidade unidirecional. Em linhas gerais, simplificadamente, podemos ver que o desenvolvimento industrial de países europeus e dos EUA ao longo do século XIX permitiu que estes gestassem em seu solo grandes monopólios e associações capitalistas que viriam a usar seus respectivos Estados nacionais para seus desígnios comerciais. Com a crescente exportação de capital e a consequente partilha do mundo entre as nações, criou-se uma ordem mundial muito hábil em sufocar os esforços de desenvolvimento autônomo dos demais países. Essa é a situação colocada no cenário internacional a partir do final do século XIX, mas que, mudando o que tem que ser mudado, vigora até os dias atuais com novas determinações. Portanto, ainda que ela tenha cumprido papel indispensável, não é pura e simplesmente pela industrialização que os países capitalistas ficaram ricos, e, nesse sentido, não será pela simples (que de simples não tem nada, na verdade) industrialização que o Brasil superará sua condição de penúria econômica e social – é preciso confrontar a dominação imperialista e seus agentes internos.
Parte II – a tragédia brasileira
Uma coisa importante nem sempre percebida sobre a industrialização de um país é que não basta termos uma boa participação quantitativa industrial na economia nacional para podermos usufruir de todo o potencial qualitativo da indústria. Há uma significativa diferença entre ter indústria e ter um complexo industrial. Isto é, o importante não é apenas ter várias indústrias, mas tê-las em setores que estejam ligados entre si, fornecendo e absorvendo a produção umas das outras. A importância de ter toda a cadeia produtiva em solo nacional é evidente: cada parcela de excedente fica aqui, movimentando a nossa economia. Mais que isso, num momento de instabilidade, de alta demanda por algum produto – como são os ventiladores pulmonares durante a pandemia atual -, vemos que não basta ter dinheiro para querer comprar – quem produz é quem tem vantagem. Se hoje parece “comum” a situação de atraso industrial do Brasil em relação ao mundo, cabe dizer que nem sempre foi assim. A situação atual é produto direto do processo de aprofundamento da dependência e associação das classes dirigentes nacionais ao imperialismo.
Enquanto é verdade que no ano de 1930 o Brasil não viveu uma revolução, o deslocamento das frações de classe no poder alçou a industrialização no país, até então dominado pelas elites rurais. O governo de Getúlio criou importantes bases para que o capitalismo pudesse se desenvolver com força nas cidades, promovendo a industrialização do país. Ao longo das décadas de 1950 até 1970, o Brasil passou por um intenso processo de industrialização, passando de um país essencialmente agrário para uma economia com forças produtivas bastante desenvolvidas, no final da década de 70. O Brasil foi um dos países que mais rápido se industrializou no mundo, tendo atingido taxas volumosas de crescimento. Esse projeto desenvolvimentista teve sua origem nos governos Getúlio Vargas e JK, com a criação de empresas como a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN, financiada pelos EUA em troca da participação do Brasil na II Guerra Mundial) e a Petrobras, que tiveram seu caráter estatal garantido por intensa campanha popular.
Mesmo durante o regime civil-militar, esse projeto desenvolvimentista não foi abandonado – estando presente através do I PND e II PND (Plano Nacional de Desenvolvimento). Apesar de estar umbilicalmente ligado ao capital internacional, esse projeto não era tão subserviente ao modo que vemos no governo atual. De fato, durante a ditadura civil-militar, o imperialismo ampliou sua dominação sobre o Brasil, mas isso não impediu tais projetos de terem pontualmente desacordos com os interesses imperialistas, como o programa nuclear brasileiro, por exemplo. O combustível para esse desenvolvimento era crédito internacional barato e de longo prazo, e grandes obras de infraestrutura. No ano de 1979, em virtude das crises do petróleo, houve um choque internacional nas taxas de juros, elevando substancialmente o preço do crédito, o que foi um golpe fatal nesse modelo desenvolvimentista. Como consequência disso, ao longo da década de 1980, a economia brasileira sofreu com crise na balança de pagamentos e calote na dívida externa, que havia aumentado massivamente no período anterior e hiperinflação. A estagnação da década de 80 marca o fim do modelo nacional desenvolvimentista.
Ao início da década de 80, a indústria representava algo em torno de 40% da produção nacional, enquanto que, ao longo dos anos 2000, foi para a casa dos 23%, e hoje, com a crise continuada, estamos estacionados nos 18%. Em muitos países, é comum ver uma diminuição relativa da participação industrial em favor do setor de serviços; trata-se de uma tendência geral. Entretanto, os países de capitalismo desenvolvido o fazem após terem obtido um grau de sofisticação industrial que permitiu o desenvolvimento de serviços de alto valor agregado (o chamado de arco da industrialização) – caminho esse que o Brasil definitivamente não seguiu, pois nossa economia apenas diminuiu sua complexidade. Vejamos o que aconteceu que nos conduziu nesse descaminho:
Ao longo de década de 1990, a economia brasileira passa por uma série de transformações importantes com a adoção das políticas econômicas do “Consenso de Washington”. Ou seja, houve uma brusca abertura comercial, uma série de privatizações, além de medidas para a estabilização monetária (Plano Real) – como uma sobrevalorização cambial e altíssima taxa de juros, tendo a SELIC chegado a 40% ao ano. As medidas do Consenso são excessivamente rigorosas, e verdadeiramente implacáveis contra a indústria. A manufatura brasileira, que se desenvolveu com um amplo protecionismo, era posta desnuda para disputar no mercado mundial. Medidas como sobrevalorização cambial e alta taxa de juros, que eram para ser passageiras para a estabilização monetária, se tornaram o padrão, mas são péssimas para a indústria, e contribuíram significativamente para a manufatura brasileira estar nesse atoleiro.
De toda forma, durante os anos 2000, o Brasil pôde finalmente desenvolver sua economia, com uma moeda estável e inflação controlada. Nesse período, o mundo viu a ascensão de um novo gigante econômico: a China, com sua produção manufatureira abundante e barata, e sua colossal demanda por gêneros agropecuários e minerais, que contribuiu para a alta do preço das commodities, experienciada no período. Assim, conjunturalmente, foi vantajoso para o Brasil aumentar sua produção agropecuária e extrativista para a exportação, enquanto que o câmbio, muito valorizado no período, tornava a importação de manufaturas muito mais em conta do que o estímulo à produção interna. O interesse governamental imediato de segurar a inflação se contrapôs no médio prazo à vitalidade de nossa indústria. Assim, com uma melhoria conjuntural, o Brasil acabou por diminuir a complexidade de sua economia, e aprofundou sua dependência econômica de forma estrutural.
Em 2011, era claro para o governo e para os industriais que o cenário macroeconômico precisava mudar para dar chance à nossa indústria. Foi então que este começou a abandonar a gestão super-ortodoxa da economia e passou a adotar a chamada “Nova Matriz Econômica”, vulgo “Agenda FIESP” – grande proponente e articuladora da mudança. Tratava-se de uma diminuição dos investimentos públicos e ampliação das desonerações fiscais, além de uma baixa nos juros e alguma desvalorização cambial, visando a dar mais espaço e competitividade ao nosso setor industrial. Ocorre que não bastavam condições macroeconômicas para que nossa tecnologicamente atrasada indústria nacional pudesse alcançar o desempenho de suas congêneres mundiais. Mais ainda: nesse período, o mundo começou a testemunhar a diminuição do preço das commodities, que, junto da mudança que a economia brasileira vinha operando, diminuiu radicalmente nossa balança comercial e a arrecadação do governo. As desonerações, ao invés de induzirem os investimentos industriais, serviram apenas para os empresários aumentarem suas margens de lucro.
Em 2015, o segundo mandato de Dilma inicia com um verdadeiro estelionato eleitoral, praticando uma agenda econômica exatamente ao contrário do que dizia nas eleições de 2014. A forma de buscar ajustar a situação fiscal do Brasil foi pela agenda ultra reacionária e anti-povo comandada pelo banqueiro Joaquim Levy, que promoveu inúmeros cortes no orçamento na área de bem-estar social e subiu a taxa SELIC para 14,25% ao ano. Desde então, com o decorrer do golpe de 2016, o debate econômico no Brasil parece ter se reduzido somente ao controle fiscal, com a visão ortodoxa hegemônica condenando por princípio os gastos públicos. O câmbio de fato começou a tornar-se mais favorável à indústria, mas faltava o ambiente político e a coordenação institucional para incentivar os industriais a retomar os investimentos. A verdade é que esse setor, como o restante da burguesia, tem muito pouco compromisso com o país para além de sua rentabilidade pessoal. É preferível para estes girar seu capital para a especulação do que tomar os riscos do investimento produtivo, que poderia induzir um crescimento geral.
Para coroar esse processo, tivemos ainda a contribuição da Lava-Jato, operação articulada a partir dos EUA com o intuito de promover um completo massacre no cenário político e econômico brasileiro, nos tornando presas fáceis para o recrudescimento da dominação imperialista. Os efeitos sobre a política todos já conhecem, mas é importante ressaltar que a vilania lava-jatista também recaiu sobre setores-chave de nossa economia. Dentre as várias “inovações jurídicas” da Lava-Jato, a que mais tocou a indústria foi a pena imposta às empresas cujos dirigentes se envolveram em escândalos de corrupção, de impedi-las de participar de licitações por alguns anos. Trata-se de um tremendo absurdo, uma vez que quem fez o ilícito foram pessoas físicas, ainda que dirigentes das empresas. Impedir as empresas de acessarem projetos públicos, na verdade, é impedir o governo de executar suas obras com o melhor da engenharia nacional – que, importante dizer, infelizmente está concentrada em poucos monopólios, tão suscetíveis a esses escândalos. A promiscuidade entre poder público e poder econômico privado é algo imanente no capitalismo; portanto, não se trata aqui de uma defesa moralista de separar o joio do trigo para defender os “empresários honestos”. Trata-se tão somente de denunciar uma medida da justiça destinada a essa finalidade, que não contribui em nada para o combate à corrupção, e somente cria auto-entraves ao desenvolvimento de nossas forças produtivas.
Com isso, vimos pararem as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ) e da Refinaria Abreu e Lima em Pernambuco, que acrescentariam enormemente nossa capacidade de refino; podemos citar ainda a Linha 6 do metrô de São Paulo, a Usina Angra 3 da Estação Nuclear Almirante Álvaro Alberto, e outros 90 bilhões de reais em obras paradas que de alguma forma foram afetadas pela Lava-Jato. Mais ainda, a longa saga do submarino nuclear brasileiro (tecnologia que fornece um salto de qualidade operacional à embarcação, essencial para uma marinha contemporânea) também foi interrompida. Nesse caso, não apenas pelo fato de somente a Odebrecht ter capacidade de engenharia para tal empreendimento, como pela vagamente motivada prisão do Almirante Othon, engenheiro-militar brasileiro articulador da tecnologia nuclear no país. Soma-se a isso também a série de operações como a “Carne Fraca” de 2017, que visaram a alcançar frigoríficos do país, afetando duramente sua capacidade de exportação e competição com os monopólios norte-americanos. Ainda que saibamos bem o que significam essas empresas no Brasil, desde a exploração e falta de qualidade de trabalho de seus funcionários até a compra de políticos, não devemos ter dúvidas de que, ainda que não seja essa sua razão de ser, sua participação no mercado mundial é antagônica aos interesses estadunidenses, principalmente neste período de crise mundial continuada. Evidência disso é que, mesmo com a divisão internacional do trabalho empurrando o Brasil para a produção de commodities, os EUA se beneficiaram em 2019 com a política externa imbecil de Bolsonaro, e ampliaram sua exportação de soja para a China no vácuo por nós deixado.
Ao fim e ao cabo, temos o cenário atual, em que a participação da indústria é diminuta (e cada vez menos complexa), os serviços são cada vez menos sofisticados e o setor primário é o salvador da balança comercial. Entretanto, seja no setor da indústria, seja nos serviços, na agropecuária, no mundo financeiro, é imprescindível não perder de vista o caráter dependente e simultaneamente associado de nossa burguesia nativa em relação ao imperialismo. Ela se desenvolveu como “sócia-menor” dos empreendimentos do capitalismo central em nosso país, e desde o golpe de 64 o imperialismo é o setor hegemônico do bloco de forças dominantes no Brasil. Sendo dependente, nossa burguesia articula internamente sua dominação de modo a sufocar as classes subalternas, tanto econômica quanto politicamente, em patamares muito mais intensos do que é necessário no “centro”. Sendo associada, a burguesia nativa brasileira está confortável com essa situação de subordinação, e não possui qualquer projeto como classe para alçar o Brasil a uma condição de capitalismo autônomo, tecnologicamente avançado. Assim, o desenvolvimento tecnológico e em escala de nossa indústria deve ser visto como mais um dos momentos internos ao processo de revolução socialista no Brasil. Trata-se de mais uma das “tarefas nacional-populares”, junto às reformas agrária, urbana, educacional, tributária etc. que a burguesia nativa, diferentemente de suas congêneres europeias, não precisou realizar para instalar sua dominação. Ao contrário de interditá-las por definitivo, a burguesia na verdade joga tais tarefas para as classes subalternas, que deverão cumprí-las no percurso do processo radical de transformação social – como momento interno, e, portanto, não como etapas precedentes – que irá destruir a dominação burguesa (interna e externa) em nossas terras e construir um Brasil livre, soberano, popular e socialista!
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2020.09.14 17:21 Bu3n00 O Brasil só está ruim, por quê político tem fã e não críticos!

Poderíamos ser fã do Brasil. Sem essa de patriotismo. Mas com conhecimento e honestidade. Saber pra que serve cada peça. Poderíamos ter evitado muitos mortos e poderíamos está lucrando com a pandemia. Todos os setores, mesmo sem apoio do governo federal, se empenharam bastante pra evitar uma tragédia maior. O respeito deve ser nossa identidade. A empatia deveria está mais que presente em um país tão miscigenado como somos.
Político merece críticos e não fãs.
Se deem o respeito povo Brasileiro!
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2020.09.14 02:40 Woozyson O brasileiro é doutrinado a não usar o cérebro.

Nós brasileiros somos doutrinados desde criança sermos burros, não é a toa que temos um qi relativamente baixo. Nossa educação é falha e até mesmo eu que estudo em um colégio considerado bom não me sinto intrigado a ter interesse pelas matérias. Crescemos em um ambiente de bestialização do nosso povo em que quase ninguém usa o cérebro e os poucos que usam são os que se destacam, o resto é condenado e viver uma vida vazia, e eu não julgo afinal muita das vezes a culpa não é do indivíduo e sim do ambiente em que ele vive, claro, algumas pessoas só querem que as coisas aconteçam sem esforço algum, mas não são a estes que eu me refiro, me refiro aos que não tiveram uma base boa e que hoje vivem uma vida infeliz.
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2020.09.11 05:46 marcinhoperalta Cada dia mais desanimado de Brasil

Minha vida já tava mais ou menos antes da pandemia e agora foi a gota d'água pra ficar completamente desanimado de continuar num país com a economia estragada igual ao nosso. Foi muito frustrante ter me dado conta que, pelos padrões brasileiros, eu ganho um salário até razoável pra um cara solteiro de 26 anos, mas que lá fora qualquer um que exerça exatamente a mesma função que eu tem uma qualidade de vida e um poder de compra muito maior que os meus. Pra piorar, trabalho numa área em que se eu quiser montar um negócio próprio tudo de equipamento é importado, ou seja, o preço de tudo é de acordo com o dólar, e essa merda tá 5 conto, fora imposto. Amo meu país, meu povo, e não queria ter que sair daqui, não mesmo. Mas a cada mês que passa sinto que tô perdendo tempo enfiado em São Paulo.
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2020.09.10 20:29 BrazilianHuevolution Eu nunca vi tanta informação desencontrada na minha vida quanto essa divulgação de notícias sobre a vacina da COVID-19.

Sim, eu sei que é uma situação extremamente anormal e os cientistas foram incumbidos dessa "ingrata missão" de fornecer respostas inéditas a um fenômeno que sequer conhecemos direito.
Me refiro especificamente aos comunicadores, incluindo aí os políticos, imprensa, indústria farmacêutica e a própria OMS.
Em um dia, você vê uma notícia que em dezembro de 2020 a vacina estará disponível. No dia seguinte, vem uma outra notícia dizendo que a OMS afirma que só em 2022.
Em um momento, a pessoa vai lá e diz que, assim que os resultados da fase 3 saírem e a vacina for comprovadamente segura e eficiente, a população pode tomar as doses sem problema nenhum. Outra (ou as vezes, até a mesma pessoa) diz que, mesmo tendo uma campanha de vacinação seguindo esses pré-requisitos, não vai tomar até que a maioria seja imunizada, dando a entender que não há garantia de segurança mesmo após os testes clínicos.
Se para mim, que tive acesso a uma educação de qualidade e formação intelectual razoável, fica difícil saber qual postura social adotar perante a esse contexto... Eu não me surpreendo que grande parte do povo brasileiro esteja caindo em tantos discursos falaciosos.
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2020.09.09 15:02 prmoreira23 O problema se chama Jair Messias Bolsonaro e não O Brasileiro.

A população não leva a sério a pandemia.
Isso aconteceu por uma falência da confiabilidade nas instituições e esse caos foi arquitetado, não é fruto do acaso ou de uma falta de caráter inerente a população.
Em situações excepcionais (como uma pandemia) cabe ao governo federal definir, coordenar e executar a resposta institucional em parceria das demais esferas de poder. Isso é diferente dos momentos “de paz” quando existe uma divisão em níveis: federal define diretrizes, estadual coordena e municipal executa as ações, com ampla autonomia.
Isto porque é necessária uma ação rápida e decisiva. Observar esse movimento coordenado institucional tem um efeito importante na adesão das pessoas ao esforço coletivo. Esse é o motivo pelo qual nos organizamos e mantemos um governo federal – para haver uma liderança coordenada de todas as pessoas no país.
A resposta à pandemia é de responsabilidade do governo federal através do ministério da saúde. É responsabilidade do poder executivo e de seu chefe, Bolsonaro.
(Lembram? O STF foi acionado para que governos estaduais e municipais pudessem definir políticas de saúde)
O que presenciamos nesta pandemia foi sabotagem. O próprio governo federal, através das ações de Jair Bolsonaro, desmantelou a resposta institucional. Impediu o ministério da saúde de executar sua função. Até mesmo médicos muito pouco comprometidos com a saúde pública como Mandetta e Teich sabiam da necessidade dessa resposta. Bolsonaro aparelhou a principal instituição de saúde do país para impedir uma resposta técnico-científica coordenada.
A ausência dessa resposta coordenada trouxe um desgaste de lideranças. Sendo apresentado com duas versões oficiais sobre a pandemia era de se esperar que uma parte significativa da população não iria aderir as medidas.
É irracional esperar que cada indivíduo possa fazer a análise de especialistas e tomar as decisões informadas quando ele não tem acesso à informação ou à formação que permitiria ele criar políticas “individuais”. Muito menos ter que julgar duas narrativas oficiais. Alguns vão aderir, alguns não vão. E assim é criado o caos.
Esse caos foi criado para confundir e tirar a responsabilidade do Bolsonaro sobre a tragédia que foi a resposta brasileira a pandemia. E ele está ganhando a narrativa, aos poucos essa culpa vai ficando difusa e cada um arruma seu bode expiatório.
Para alguns é o Dória, para alguns é a esquerda. Para alguns é o brasileiro. Tanto faz, o importante para o Bolsonaro é que outra pessoa leve a culpa.
Mas Bolsonaro é responsável sim. Dizer generalidades sobre o povo brasileiro é entrar na narrativa bolsonarista onde a culpa é de qualquer um menos dele.
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2020.09.07 22:30 realistahomem O que temos para comemorar?

O que temos para comemorar?
Temos um território gigantesco (continental), riquezas minerais, vegetais e animais... mas não somos independentes, somos escravos dos banqueiros, que cobram juros exorbitantes de uma fajuta dívida pública que não pára de crescer, inexplicavelmente. Pagamos R$ 1.000.000.000,00 - 1 trilhão de reais - por ano e ela continua crescendo de maneira irracional. Não sabemos nem para quem devemos e pagamos, pois somos um povo acomodado e tolo. Porém, muito mais grave que isto é que Nosso Senhor Jesus Cristo não está no Trono, não permitem que ele reine no Brésil maçônico como Reinou outrora na Católica Terra de Santa Cruz.
Hoje é 7 de setembro. O Brésil se separou foi da Santa Igreja Católica em 1822. A independência do Brésil foi obra da maçonaria. Muitos bispos foram perseguidos durante o IMPÉRIO MAÇÔNICO DOS PEDREIROS BRASILEIROS (desgraça para o nosso povo, que se tornou liberal culturalmente).
Se D. Pedro I tivesse pedido a independência do Brésil, mas fosse Católico, e tivesse colocado Nosso Senhor Jesus Cristo à frente de tudo, talvez hoje estivéssemos bem, mas infelizmente não foi assim. Foi graças à maldita Independência MAÇÔNICA que a Democracia Liberal e o Liberalismo Religioso entraram em nosso País, no coração e na mente do nosso povo.
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2020.09.07 19:48 ORGASMATRON_9000 Neste #7desetembro parabenizo todos os brasileiros pelo Dia da Independência! Celebro hoje a parceria e amizade duradoura entre nossos povos e países durante esses 198 anos. Juntos avançamos. Parabéns Brasil!!! 🇺🇸🤝🇧🇷

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2020.09.06 21:08 motoboy_rentista Rebatendo os argumentos da galera AntiCarne

Ontem eu postei um comentário defendendo a pecuária um post sobre (((hambúrguervegan))), no brasil ... Resultado até o momento que escrevo, meu post teve 5x mais setinhas para baixa do que o melhor comentários teve setinhas para cima. O nível de desinformação dessa galera é absurdo. Então eu queria rebater os principais pontos.
Hahhahahhaja misinformation detected
Sim, existe muita desinformação nesse assunto. Os brainlets nunca sairam da Vila Madalena não sabem o que o boi come: Exemplo:
Vc acha que os animais COMEM O QUE????? VENTO???
Por trás desse comentários existe a idéia de que o Gado é alimentado por Soja/Milho 100% do tempo. Isso não é verdade. O Gado se alimenta da pastagem a maior parte do tempo. Ou seja: Ele come grama/mato/capim. Apesar na fase da Engorda ele recebe um suplementação de grãos, juntamente para ganhar peso, principalmente gordura.
Então são existe pouca competição entre os alimentos destinados para o Gado e o alimento destinado para os Humanos. (A menos que o povo do brasil coma capim.)
Da onde você tirou isso? No Brasil, tem mais gado que gente e você tem noção da quantidade de soja que é plantada para alimentar tudo isso? E de água? É incomparável.
Se você quer comer carne, come ué. Mas o único argumento possível é a escolha pessoal. Do ponto de vista ambiental, não faz o menor sentido.
Sim, provavelmente existe um boi para cada brasileiro. Não estou negando os impactos da pecuária. Apontei apenas que os impactos da pecuária são menores do que os da agricultura intensiva.
Do ponto de vista do Solo:
Então afirmar que a pecuária 'não faz o menor sentido' do ponto de vista de sustentabilidade é uma visão puramente ideológica.

Nem do ponto de vista ético e nem da questão de saúde
Eu adoro rebater o argumento soyboy "Carne faz mal";
  1. O ser humano foi capaz de gastar os evolution-points num tecido metabolicamente caro como cérebro justamente por que havia uma conte de energia abundante: Gordura animal.
  2. Existem duas correntes anticarne: A) "Gordura Saturada vai entupir as suas veias" B) "Proteína Animal dá câncer". A corrente A está mais do que refutada, hoje sabemos que os mecanismos da síndrome metabólica está relacionadas a insulina e os glicídios. A corrente B é tem suporte muito fraco, a maioria são estudos epidemiológicos. Mecanismo como o mTor também são ativados tanto por aminoácidos tanto por glicídios.
  3. A carne vermelha é o verdadeiro superalimento. A gordura é fundamental para o corpo, hormônios etc... A Vitamina D, Testosterona, etc.... dependem da gordura proveniente da alimentação. Os aminoácidos essenciais encontrados em abundância na carne não são encontrados nos vegetais. A carne vermelha é rica em vitaminas e minerais, basta olhas qualquer tabela nutricional
  4. Picanha.

Da onde você tirou isso?
Uma excelente introdução a estas idéias são as palestras sobre agronomia do Peter J. Ballerstedt Sobre os benefícios da carne vermelha eu indico as palestras do Ivor Cummins
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2020.09.03 19:46 PetersGarh Brasileiro é o povo mais criativo no cosplay, super choque br

Brasileiro é o povo mais criativo no cosplay, super choque br submitted by PetersGarh to NinhoDaVibora [link] [comments]


2020.08.30 18:31 JulioEduca Quem tem moral para postular a verdade: religião ou ciência?

“Os Donos da Verdade” por Julio Stéphano https://link.medium.com/1eBe7Lfpn9
Os Donos da Verdade
Quem tem moral para postular a verdade: religião ou ciência?
Segundo aprende-se na escola, a Modernidade opera uma ruptura com o Catolicismo e permite a explosão do Cristianismo em incontáveis denominações, suas crenças e práticas, com os chamados movimentos de Reforma Protestante. Posteriormente, o século XIX – materialista, pós-revolucionário e Imperialista, fortaleceu o cientificismo, ao preço de inebriar-se com a soberba do progresso civilizatório capitalista. Por um lado, a lógica vigente do discurso religioso, então, não mais respondia às mentalidades que compunham o corpo social que pretendiam abarcar. Por outro, contudo, justificou e patrocinou o massacre de incontáveis povos mundo afora ao longo dos últimos séculos. Evidente que tal embate reflete, principalmente, as dinâmicas sociais vividas, naquele momento, no âmbito do mundo Europeu.
Assim, no arrasto do que se deu naquele espaço de disputa de ideias, e como consequência histórica dos eventos não só daquele século XIX, mas também do seguinte. O discurso científico se hegemonizou como espaço de autoridade da “verdade científica”, com suas metodologias, sistematizações, metrificações e comprovações. No âmbito das dinâmicas sociais planetárias, com o expansionismo Europeu, cada vez mais, as contradições do sistema se deslocam para seus espaços de periferia e/ou de invisibilidade. E foi nas periferias da cultura hegemônica globalizada, como a América Latina e o Brasil, que as seitas fundamentalistas cristãs lograram esse gigantismo que hoje assusta pela força que tem para impor suas ideias e implementar seu projeto de sociedade e país. Vivemos hoje a ressurgência da força de um discurso religioso sectarista, intolerante e violento.
Se, na virada dos anos 1980/90, alguém sugerisse que em 20 ou 30 anos veríamos, no Brasil, a expansão política e ideológica de fundamentalistas religiosos, provavelmente essa pessoa não seria levada a sério. Daquele tempo para cá, os discursos evangélicos passaram a dominar uma parte considerável da programação de TVs abertas e rádios; se expandiram pela política formando quadros e estruturas de articulação; além de sua notável expansão territorial propriamente dita. Em 2020, o conjunto das vertentes políticas ligadas às estruturas das igrejas evangélicas formam uma bancada parlamentar tão capilarizada que possui representantes em qualquer casa legislativa do país; contam com o comando direto de diversas prefeituras; e uma influência eleitoral tão consistente que foi determinante na última eleição para presidente e para governos de estado.
A despeito dos inúmeros políticos de base eleitoral evangélica cuja biografia questionável nos faria refletir sobre a pertinência de tamanho poder dado a quem se elege com o lobby das igrejas, é fato incontestável que o apoio da igreja evangélica foi base de quase todos os governos federais pós redemocratização. Se incluído o cristianismo católico, o Brasil nunca soube o que é viver sem a sombra de um doutrina religiosa eurocêntrica e intimamente ligada ao poder político e aos interesses econômicos. Lembre-se que o vice presidente de Lula era de um partido tradicional da base de sustentação política das igrejas. No atual governo, entretanto, para além de conveniências e “pragmatismos” políticos suspeitos, o papel do ideário evangélico é tão fundamental que determina toda a pauta social do país, em especial a Educação e os Direitos Humanos. A bancada evangélica é, hoje, tão consolidada no congresso federal que, embora nem sempre seja coesa, é invariavelmente determinante para a implementação de qualquer projeto político. Qualquer pauta no país, hoje, passa pelo crivo evangélico.
Nesse contexto, não deveria causar assombro que o estado laico, garantido constitucionalmente, seja um campo tão central na disputa ideológica pelo controle das narrativas políticas. O que assombra não é somente o fato de que seja um ideário religioso a determinar as dinâmicas sociais. Estamos bem habituados às violentas imposições do cristianismo católico. O que assusta, a uma altura dessas, num país como o nosso, é o ressurgimento de seu aspecto autoritário e dogmático, revestido de um forte viés de negacionismo científico, de um reluzente falso-verniz relativista e de um moralismo totalmente anacrônico. Um fundamentalismo religioso herdeiro de nossa linhagem proto-aristocrata, colonialista, escravocrata, racista, misógina, genocida, fascista, militarista e, evidentemente, vira-lata.
O caricato personagem Tim Tones, de Chico Anysio, baseado no folclórico reverendo Jim Jones, que, no fim dos anos 70, comandou um suicídio coletivo entre centenas de seus fiéis, inclusive crianças.
“Podem correr a sacolinha”
TIM TONES (CHICO ANYSIO) era o bordão nas esquetes em que, invariavelmente, os fiéis eram vitimados pela ganância de seu líder religioso. A referência usada pela genialidade do humorista brasileiro é ainda mais pertinente porque indica onde o evangelismo brasileiro buscou as referências de sua expansão geopolítica.
Não sei dizer se a teologia da prosperidade é invenção dos estadunidenses, mas está afinadíssima ao ideal do “self made man”, tão importante nas terras do Tio Sam. A “terra das oportunidades” é o território em que os homens podem ser prósperos por seus esforços individuais através de duas qualidades básicas: a perseverança e a fé. Respectivamente, o trabalho incansável e a força espiritual (ou psíquica, para quem não é religioso) capaz de conduzir o homem no enfrentamento de seus maiores desafios.
No Brasil, a teologia da prosperidade, com sua promessa sedutora de sucesso espiritual e financeiro, foi saboreada como um doce na boca de criança, por uma população pobre, desassistida e com baixa escolaridade. Num país de profunda tradição católica, em que, historicamente, se pregou o sofrimento como forma de garantia de um paraíso eterno após a morte, não é de se admirar, hoje, a adesão sistemática a um discurso que, além do Reino dos Céus, promete prosperidade financeira em vida. Pão e água deixa pros infiéis…
O ataque sistemático contra professores e pesquisadores; universidades e escolas não é aleatório; é um exímio golpe tático. A Ciência não pode mais ser a dona da verdade. O pensamento crítico e divergente deve ser atacado e neutralizado. Todos devem submeter-se à sua lei e sua moral. Nessa triste sociedade, aos professores e educadores, lega-se o destino de Sócrates e de Cristo. Aos que insistirem em sobreviver (somos piores que a barata de Kafka ou a mosca de Raul), o destino dos sofistas.
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2020.08.29 23:41 futebolstats Os Maiores Campeões Estaduais do Brasil (Por Estado)

Os Campeonatos Estaduais fazem parte do futebol brasileiro, eles servem para alimentar mais ainda as rivalidades dos clubes. Além disso, os clubes de menor expressão aproveitam o momento de destaque, para conseguir estádio lotado, patrocínios maiores e revelar jogadores.
Historicamente, por questões econômicas e geográficas, as distâncias entre as principais cidades do país fizeram com que o povo brasileiro, através de sua paixão pelo futebol, desenvolvessem uma forte cultura de disputa por Estados. Assim, cada Unidade da Federação Brasileira possui seu próprio campeonato, hoje em dia durando em torno de 3 a 4 meses.
Agora para alimentar um pouco mais as rivalidades, elaboramos aqui a relação de todos os maiores campeões por estado, confira:

Acre:

  1. Rio Branco – 47 Títulos – Último em 2018
  2. Juventus – 14 Títulos – Último em 2009
  3. Independência – 11 Títulos – Último em 1998
  4. Atlético Acreano – 9 Títulos – Último em 2019

Alagoas:

  1. CSA – 39 Títulos – Último em 2019
  2. CRB – 31 Títulos – Último em 2020
  3. ASA – 7 Títulos – Último em 2011
  4. Coruripe – 3 Títulos – Último em 2014

Amapá:

  1. Macapá – 17 Títulos – Último em 1991
  2. Amapá – 10 Títulos – Último em 1990
  3. Ypiranga – 9 Títulos – Último em 2018
  4. Santos-AP – 7 Títulos – Último em 2019

Amazonas:

  1. Nacional – 43 Títulos – Último em 2015
  2. Rio Negro – 17 Títulos – Último em 2001
  3. Fast Clube – 7 Títulos – Último em 2016
  4. São Raimundo – 7 Títulos – Último em 2006
Manaus – 3 títulos – Campeão em 2019

Bahia:

  1. Bahia – 49 Títulos – Último em 2020
  2. Vitória – 29 Títulos – Último em 2017
  3. Ypiranga – 10 Títulos – Último em 1951
  4. Botafogo-BA – 7 Títulos – Último em 1938

Ceará:

  1. Ceará – 45 Títulos – Último em 2018
  2. Fortaleza – 42 Títulos – Último em 2019
  3. Ferroviário – 9 Títulos – Último em 1995
  4. Maguari – 4 Títulos – Último em 1944

Distrito Federal:

  1. Gama – 13 Títulos – Último em 2020
  2. Brasiliense – 9 Títulos – Último em 2017
  3. Brasília – 8 Títulos – Último em 1987
  4. Taguatinga – 5 Títulos – Último em 1993

Espírito Santo:

  1. Rio Branco-ES – 37 Títulos – Último em 2015
  2. Desportiva Ferroviária – 18 Títulos – Último em 2016
  3. Vitória-ES – 10 Títulos – Último em 2019
  4. Serra – 6 Títulos – Último em 2018

Goiás:

  1. Goiás – 28 Títulos – Último em 2018
  2. Vila Nova – 15 Títulos – Último em 2005
  3. Atlético-GO – 14 títulos – Último em 2019
  4. Goiânia – 14 Títulos – Último em 1974

Maranhão:

  1. Sampaio Corrêa – 33 Títulos – Último em 2017
  2. Moto Club – 26 Títulos – Último em 2018
  3. Maranhão – 14 Títulos – Último em 2013
  4. Luso Brasileiro – 8 Títulos – Último em 1927
Imperatriz – 3 títulos – Campeão em 2019

Mato Grosso:

  1. Mixto – 24 Títulos – Último em 2008
  2. Operário-MT – 12 Títulos – Último em 2002
  3. Cuiabá – 9 Títulos – Último em 2019
  4. Dom Bosco – 6 Títulos – Último em 1991

Mato Grosso do Sul:

  1. Operário-MS – 11 Títulos – Último em 2018
  2. Comercial – 9 Títulos – Último em 2015
  3. CENE – 6 Títulos – Último em 2014
  4. Águia Negra – 3 Títulos – Último em 2019

Minas Gerais (mais detalhes):

  1. Atlético-MG– 44 Títulos – Último em 2017
  2. Cruzeiro – 38 Títulos – Último em 2019
  3. América-MG – 16 Títulos – Último em 2016
  4. Villa Nova – 5 Títulos – Último em 1951

Pará:

  1. Paysandu – 47 Títulos – Último em 2017
  2. Remo – 46 Títulos – Último em 2019
  3. Tuna Luso – 10 Títulos – Último em 1988
  4. União Sportiva (Extinto) – 2 Títulos – Último em 1910

Paraíba:

  1. Botafogo-PB – 30 Títulos – Último em 2019
  2. Campinense – 20 Títulos – Último em 2016
  3. Treze – 16 Títulos – Último em 2020
  4. Cabo Branco – 10 Títulos – Último em 1934

Paraná (mais detalhes):

  1. Coritiba – 38 Títulos – Último em 2017
  2. Atlético-PR– 26 Títulos – Último em 2020
  3. Ferroviário (Extinto) – 8 Títulos – Último em 1966
  4. Paraná – 7 Títulos – Último em 2006

Pernambuco:

  1. Sport – 42 Títulos – Último em 2019
  2. Santa Cruz – 29 Títulos – Último em 2016
  3. Náutico – 22 Títulos – Último em 2018
  4. América-PE – 6 Títulos – Último em 1944
Salgueiro – 1 título – Campeão em 2020

Piauí:

  1. River – 31 Títulos – Último em 2019
  2. Flamengo– 17 Títulos – Último em 2009
  3. Parnahyba – 13 Títulos – Último em 2013
  4. Botafogo-PI – 11 Títulos – Último em 1957

Rio de Janeiro (mais detalhes):

  1. Flamengo– 36 Títulos – Último em 2020
  2. Fluminense– 31 Títulos – Último em 2012
  3. Vasco – 24 Títulos – Último em 2016
  4. Botafogo – 21 Títulos – Último em 2018

Rio Grande do Norte:

  1. ABC – 55 Títulos – Último em 2018
  2. América de Natal – 36 Títulos – Último em 2019
  3. Alecrim – 7 Títulos – Último em 1986
  4. Potiguar – 2 Títulos – Último em 2013

Rio Grande do Sul(mais detalhes):

  1. Internacional– 45 Títulos – Último em 2016
  2. Grêmio – 38 Títulos – Último em 2019
  3. Guarany de Bagé – 2 Títulos – Último em 1938

Rondônia (apenas fase profissional):

  1. Ji-Paraná – 9 Títulos – Último em 2012
  2. Vilhena – 5 Títulos – Último em 2014
  3. Ulbra-RO – 3 Títulos – Último em 2008
  4. Real Ariquemes – 2 Títulos – Último em 2018
Vilhenense – 1 título – Campeão em 2019

Roraima:

  1. Baré – 27 Títulos – Último em 2010
  2. Atlético Roraima – 23 Títulos – Último em 2009
  3. São Raimundo-RR – 10 Títulos – Último em 2019
  4. Náutico-RR – 3 Títulos – Último em 2015

Santa Catarina:

  1. Figueirense – 18 Títulos – Último em 2018
  2. Avaí – 17 Títulos – Último em 2019
  3. Joinville – 12 Títulos – Último em 2001
  4. Criciúma – 10 Títulos – Último em 2013

São Paulo (mais detalhes):

  1. Corinthians– 30 Títulos – Último em 2019
  2. Palmeiras– 23 Títulos – Último em 2020
  3. Santos– 22 Títulos – Último em 2016
  4. São Paulo– 21 Títulos – Último em 2005

Sergipe:

  1. Sergipe – 35 Títulos – Último em 2018
  2. Confiança – 22 Títulos – Último em 2020
  3. Itabaiana – 10 Títulos – Último em 2012
  4. Cotinguiba – 6 Títulos – Último em 1952
Frei Paulistano – 1 título – Campeão em 2019

Tocantins:

  1. Palmas – 7 Títulos – Último em 2019
  2. Gurupi – 6 Títulos – Último em 2016
  3. Tocantinópolis – 4 Títulos – Último em 2015
  4. Interporto – 4 Títulos – Último em 2017
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2020.08.29 05:01 DIOgenes_123 A política interna do PCCh: um modelo para a união de esquerda no Brasil?

O Partido Comunista da China possui diversas correntes internas e não possui o monopólio do poder dentro do país (existem nove outros partidos que devem reconhecer a primazia do PCCh).
De forma bem simplificada, existem três correntes: os liberais a favor de maior abertura ao mercado, desregulamentação, liberalização política, etc (porém duvido que sejam abertamente tão entreguistas e elitistas quanto os neoliberais em países capitalistas). Esse grupo perde força desde 1989 após os protestos de Tiananmen, quando tentaram tomar o poder. A crise de 2009 e a atual crise de 2020 apenas os enfraqueceram mais ainda.
Existem os moderados de esquerda, parecidos com os sociais-democratas. Defendem liberalizações em algumas instâncias e intervenção estatal em outras, buscando criar uma rede social básica robusta. No plano internacional, buscam assegurar a coexistência, porém sempre rebatendo o imperialismo ocidental.
E por último, existe a Nova Esquerda Chinesa, próxima ao maoísmo e de preceitos marxistas mais ortodoxos. Possuem presença significativa na intelectualidade.
O equilíbrio entre estes três grupos foi bem sucedido, afinal, caso não fosse, teríamos agora uma China sabotada por completo pelo Ocidente, não a mais nova superpotência. Independente de nossas opiniões pessoais sobre se a China é ou não capitalista, está ou não seguindo o caminho correto, a realidade é que está tendo enorme sucesso e o povo chinês aprova maciçamente o governo, e esse é o foco dos comunistas: melhorar a vida do povo.
O que a experiência chinesa na política interna pode nos ensinar? É minha opinião que ela comprova a necessidade de uma importante aliança: Comunistas e social-democratas anti-imperialistas (importantíssimo colocar ênfase no aspecto anti-imperialista).
É atraente imaginar que com um esforço exemplar, infatigável e constante, pode todo o povo e todos os grupos políticos alinharem-se à posição mais revolucionária e abnegada. Um país de Lênins! A realidade, no entanto, é menos romântica.
O capitalismo é um sistema que avança e cria uma massa de valor de uso cada vez maior a todo momento. Claro, esta massa concentra-se principalmente nas mãos da classe burguesa, porém ela ainda existe e cresce.
Caso o capitalismo gerasse apenas atraso e miséria, seria o sistema mais frágil da história. Caso tivesse esgotado seu potencial e utilidade histórica, cairia como caiu o Velho Regime. Porém cá estamos.
Com uma migalha do capitalista, constrói-se uma nova casa na favela, compra-se um carro ou paga-se um seguro de saúde básico. Toda crise parece eterna (principalmente aqui na periferia do capital) porém elas passam e um novo período de crescimento começa. Surgem novos políticos e agrupamentos de esquerda, oferecendo e obtendo duramente novas migalhas. Um celular, uma rua asfaltada, um financiamento; a crise do governo FHC trouxe Lula, afinal.
Porém, mesmo obtendo-se migalhas provisórias e concessões pontuais, a realidade é que o cerco capitalista se fortalece. Dia após dia, monopólios crescem, esmagando, consumindo e controlando a pequena burguesia, a classe média e até algumas grandes empresas. O capitalismo monopolista, o imperialismo por definição, estende seus tentáculos.
O imperialismo diminui a margem de ação daqueles que buscam obter migalhas, alguma ilusão de democracia e livre-arbítrio. Um desespero começa a dominar os escalões mais baixos da sociedade: o desespero da absoluta insignificância perante o sistema e a política burguesa.
Enormes conglomerados tecnológicos manipulam os fatos e propagandeiam como jamais seus valores e ideais, criando uma nova realidade. Amazon, Google, Apple. Os bancos a financiar a mídia e governos. A automação a ameaçar o trabalho, o mais básico direito humano.
Apontar a distopia não a revela, pois ela já está nos holofotes. Parte da esquerda (os típicos social-democratas) nega que ela exista, ou se não nega, afirma que é apenas temporária, acessória ao capitalismo e passível de mudança dentro da lógica do sistema. Exemplo mais claro de um idiota útil dentro desses moldes é o pusilânime Haddad, o “tucano petista”.
É pouco interessante a aliança com social-democratas completamente iludidos; se não é por ingenuidade que fazem isto, é por malícia.
Agora outras forças, ainda que com tendências reformistas, possuem potencial de perceber a distopia e a absoluta hegemonia do capital sobre a sociedade. Dentre estas forças, os sindicatos reacionários são um importante exemplo e, como escreveu Lênin, o trabalho revolucionário dentro deles é fundamental.
Porém, tais sindicatos e associações de classe reacionários não existem em um limbo político: eles são a origem e a base dos social-democratas! E no contexto brasileiro, isto é mais explícito ainda!
Assim, trabalhar de forma crítica junto aos social-democratas e outras forças progressistas torna-se inevitável. Mesmo após uma revolução, essas forças continuam a persistir e auxiliar no desenvolvimento das forças produtivas. China, Vietnã e Cuba não são exceção a esta regra, menos ainda Venezuela.
Diversos partidos comunistas aderiram a esta estratégia: o PC marxista indiano controla Kerala em coalizão com partidos social-democratas, o PC bielorrusso apoia Lukashenko, o PC Venezuelano apoia Maduro (agora de forma mais crítica) e o PSUV… no Brasil, o PCdoB formou uma aliança de sangue com o PT, ridicularizada pelo seu rival, o PCB, que formou uma aliança com o PSOL em 2018…
A discussão principal deve rodar em torno de quais alianças e concessões são necessárias e positivas no longo termo, e quais são improdutivas ou, pior, auto-destrutivas. Devem os comunistas brasileiros trabalharem em conjunto com o PT? O PSOL? Importante pontuar: formar seus próprios sindicatos “puros” e negar-se a qualquer compromisso é sintoma de esquerdismo terminal!
Que fazer?
submitted by DIOgenes_123 to SocialismoBrasileiro [link] [comments]


2020.08.28 09:59 bs-brasilivre Relato de um amigo fez uma live da Folha prejudica investigações, diz Hardt

submitted by bs-brasilivre to BrasilSimulator [link] [comments]


2020.08.28 02:44 fattfreddy Questão sobre racismo

Povo boleiro,
Vocês acham que, assim como os Estados Unidos, com essa questão do BLM e a paralisação de diversas ligas, poderia o principal esporte brasileiro e seu maior campeonato um dia imitar tal ato?
Será que um dia teríamos essa consciência política e o poder de paralisar uma, duas, n rodadas do campeonato brasileiro? É possível imaginar o tamanho da consequência disso, o impacto que isso traria a nosso país?
Peço para vocês passarem suas visões e colaborarem civilizadamente.
submitted by fattfreddy to futebol [link] [comments]


2020.08.27 16:40 Magnus_IV Discussão com um conspiracionista

Discussão com um conspiracionista
Olá meu povo brasileiro, tudo bem?
Estava tranquilamente vendo memes no reddit quando me aparece uma postagem no riodejaneiro :
https://preview.redd.it/ibz4buii0kj51.jpg?width=1080&format=pjpg&auto=webp&s=4de423c52cae937a68c510277d079ea411b326ea
Vi esse tal de u/podgoorsky perguntando o que aconteceu, quando o título de postagem já dizia tudo, então, fui logo informar o fdp sobre o que estava acontecendo no país, e na porra do mundo inteiro.
https://preview.redd.it/o1u8rjhczjj51.jpg?width=1080&format=pjpg&auto=webp&s=f5983e89938bb50616558cad53e8155d22608578
Porém, o energumeno filho de uma cacetada no brioco me vem com essa heresia. Eu, com pouca paciência, decidi falar que sentia pena da existência penosa que era essa pessoa. Mas ele não parou por aí, me veio com um conselho digno de um indivíduo pau no c*. Diz que é para pensar com o cérebro, mas só tem merda na cabeça.
https://preview.redd.it/87mi0jrdzjj51.jpg?width=1080&format=pjpg&auto=webp&s=888b03ae58dd2b7ddc8bc09e426c5dd540a85a3b
Logo, eu decidi mandar uma cacetada de fontes que contrariavam tudo e mais um pouco do que ele dizia. Não sei se era um BR em questão, mas foda-se, mandei notícia em português mesmo. O babaca que traduza.
OBS: Eu realmente tive membros familiares que se infectaram com esse micróbio do caralho. Mas, felizmente, ninguém morreu.
https://preview.redd.it/75rqmaxezjj51.jpg?width=1080&format=pjpg&auto=webp&s=bfa0d6e174473d43fbd269c0e8c544225d629e03
Em tempos de pandemia, há poucos que tem paciência — incluindo eu. Todavia, admiro muito quem consegue travar uma discussão e argumentação com seres que mais parecem a personificação da ignorância.

Pra quem quiser ver o post em questão: https://www.reddit.com/riodejaneiro/comments/ih11mg/inside_brazils_covid19_tragedy_i_made_this_video/
submitted by Magnus_IV to coronabr [link] [comments]


2020.08.26 02:30 allielovelance Não querem evolução!! Querem estagnação da espécie humana!

Para mim é óbvio que poderíamos ter mais pesquisas e sucesso em muitas áreas principalmente de medicina e medicamentos.
Veja se eu estou errada ou não!?
Por último uma sugestão que sempre pensei, liberar os jogos e casino no nordeste brasileiro, alguns lugares não tem saneamento básico, imagina o tanto de empresários no exterior que quer construir um resort, cassino e hotéis naquela região?? Ia ser a região mais rica do Brasil, mas os coronéis ganham dinheiro na miséria do povo.
Temos que sofrer ainda muito... quem sabe daqui há centenas de anos...
submitted by allielovelance to desabafos [link] [comments]


2020.08.25 15:45 digodk Eu tive um sonho no começo de 2019

Brasil, 2021, Março

> Governo percebe o potencial nos comentários de parte do eleitorado e cria um novo esporte, a ginástica moral

Brasil, 2022, Maio

> País sedia a primeira competição internacional de ginástica moral e vence, a moral no país é alta, o que é muito bom em ano eleitoral

Outubro

> Governo Bolsonaro já eleito e com terceira reeleição já em vista
(o limite de dois termos foi extinto em 2020 pelo Moro, que defendeu que presidente pode ficar quanto tempo quiser desde que peça desculpas à constituição, STF disse que tudo bem desde que eles ganhem um aumento para cada termo a mais)

Novembro

> Copa do mundo Qatar
> Brasil oitavas de final
> Jogo contra Alemanha
> David Luiz é o técnico
> Um grande profissional que surpreendeu a todos
> Estuda começar uma campanha política para governador do Rio com o slogan “alegria para o povo”
> A campanha da seleção é fraca
> Os jogadores têm dificuldade em adaptar o tripé brasileiro de Churrasco, Cerveja e Futebol às leis do Qatar
> Resultado: Alemanha 7×2 Brasil
> Segundo gol de David Luiz que invadiu o campo aos 46 do segundo tempo, mas o VAR não registrou então o gol é válido
> VAR não viu quem fez o primeiro gol também, então entra um herói anônimo para história
> Galvão morre de infarto no jogo
> David chora, dessa vez pensando em sua campanha
> Mais um especial na televisão mostrando como a Alemanha treinou sua base de jogadores
> Mostram a Alemanha construindo hotéis no Qatar e no Brasil
> No Brasil, revoltas
> Governo deposto após a batalha de Juiz de Fora
> É permitido que Maia permaneça como presidente do congresso
> Temer assume como governo interino por determinação do STF
> Novas eleições, esperanças de renovação na política
> Muita discussão sobre quem e como deveria governar
> Sai a lista de candidatos
> Aécio
> Dilma
> Empatados nas pesquisas, é 2014 de novo
> O povo frustrado por ter que escolher entre um playboy e uma síndica de condomínio
> Acontece um levante por melhores candidatos
> Ocorre um evento com mais de 3 milhões confirmados no facebook: #novembrada
> Parte da população discorda e ocorre outro evento, o #nãovembrada
> Marina Silva, desaparecida desde 2019 reaparece para as primeiras eleições democráticas
> Revela que estava vivendo na selva como uma ninja indígena, protegendo as poucas terras que restaram para o seu povo e matando e prendendo capatazes de fazendeiros
> Especial no fantástico sobre isso
> Comoção nacional
> Pausa nas eleições para natal e ano novo

Brasil, 2023, Janeiro

> Segue eleições
> Disputando contra dois candidatos tradicionais, o calor de janeiro e a aproximação do carnaval, Marina é conclamada rainha do povo em primeiro turno, mas por um placar um pouco apertado
> Posse acontece em uma balsa no Solimões
> No discurso de posse, uma notícia
> Seu plano é contratar a Alemanha pra dar um jeito no Brasil
> Fortes resistências ao seu plano se revelam, porém em seu lado pesa o resultado da copa
> Por um lado, Marina negocia duramente até que os alemães concordam em realizar a obra a preço de tapioca
> Fortemente criticada pela oposição em casa, ela defende seu plano com maestria
> Marina ganha o apelido pelos desgostosos de Marionete Silva
> Povo defende ferozmente o novo projeto

Março

> Detalhes do plano são acertados
> A empresa das obras é selecionada por licitação
> Blumenau é a nova capital
> Casas Bahia anuncia mudança de nome para BuchtHaus
> Havan remove as estátuas de liberdade e coloca mini auschwitz

Abril

> Trabalhos começam e terminam com eficiência e carisma típicos alemães
> Pessoas comentam “Ich lieg’ gern im Gras und schau’ zum Himmel rauf!” (Eles até nos deram um estádio de brinde!)
> “Schaun die ganzen Wolken nicht lustig aus!” (E vão cobrar só 200 reais a entrada!)
> Porém, forte resistência na Alemanha
> “Wo ist der orangefarbene Fahrer?” (Como assim vão gastar dinheiro da Alemanha para investir no Brasil?)
> “Der Fahrer erscheint nicht, weil er schuld ist” (Absurdo!)
> Merkel se vê envolvida com diversas acusações

Agosto

> Alemanha em turbulência política
> No Brasil, acaba a euforia e as coisas começam a mudar
> Povo reclama da dificuldade em sonegar
> Alemão obrigatório e português opcional em todas as escolas

Setembro

> Logo a Alemanha começa a lançar atualizações
> Povo tem dificuldade em encontrar Brahma, Skol e Itaipava
> Agora as cervejas artesanais dominam o mercado
> A situação se torna insustentável
> Carnaval é cancelado no Brasil
> Prática de ginástica moral é proibida
> Feriados foram cortados pela metade
> Eficiência do trabalhador brasileiro sobe 130%
> Ninguém mais faz pausas desnecessárias no expediente
> Sertanejo, agora morto, é lembrado como uma ode à ineficiência e preguiça

Brasil, 2025, Janeiro

> Dois anos após o início do projeto, surge o movimento #NövemBradt como resistência à mudança
> Em contrapartida vem o movimento de apoio #NeimVemBradt
> Na Alemanha, problemas quando abrem os arquivos no BAD (Banco Alemão de Desenvolvimento)
> Descobrem que a Alemanha emprestou dinheiro para o Brasil em troca de exportação de políticos para o programa alemão Mehr Politiker
> A crise entre as nações começa a se instalar

Março

> Marina Silva resolve se anteceder a problemas
> Comunicado em rede nacional às 20 horas, horário de Rio Branco
> Dävid Luiz aparece ao fundo
> Em vista do clamor popular e da crise recente, ela decide…
> Pausa dramática
> O país está em suspense
> Todos olham para a tela...
> Marina denomina Oktoberfest como novo carnaval Brasileiro
> Um brado retumbante se ouve no país
> O começo de uma nova era de esperanças e alegrias para o povo
> Dävid chora “Esse é o país que eu quero” (o português passa a ser permitido novamente)
> Ginástica moral passa a ser o esporte nacional
> Aquele dia é proclamado como feriado nacional
> David é eleito governador nas próximas eleições com o slogan “Relativização para o povo”
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2020.08.23 23:09 lingming_ Alemanha sempre destruindo as expectativas do povo brasileiro

Alemanha sempre destruindo as expectativas do povo brasileiro submitted by lingming_ to redket [link] [comments]


2020.08.23 02:04 williambotter Teto de gastos é atentado contra povo brasileiro, escreve Dilma

Teto de gastos é atentado contra povo brasileiro, escreve Dilma submitted by williambotter to brasilnoticias [link] [comments]


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  7. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. Darcy ...
  8. Povo Brasileiro - YouTube
  9. OPovo Brasileiro Completo parte 1 - YouTube

Informe-se mais: http://www.apublica.org/ http://www.whatis-theplan.org/ ----- Olá Cidadão Brasileiro, Venho ... A Esquina do Pensamento reúne oportunidades de reflexão sobre diversos temas cotidianos. É um lugar de encontro com ideias, problematizações, ideais. Neste episódio, vamos conversar sobre a ... Português/English O antropólogo Darcy Ribeiro (1913-1997) foi um dos maiores intelectuais brasileiros do século XX. Baseado na obra central de Darcy, 'O povo... Provided to YouTube by Universal Music Group Povo Brasileiro · Natiruts Povo Brasileiro ℗ ℗ 1999 EMI Records Brasil Ltda Released on: 1999-01-04 Producer: Li... O antropólogo Darcy Ribeiro (1913-1997) foi um dos maiores intelectuais brasileiros do século XX. Baseado na obra central de Darcy, 'O povo brasileiro', em q... Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube. Estamos de volta!! E para este retorno trouxemos as contribuições de Darcy Ribeiro, um importante antropólogo brasileiro!! Sabe aquela ideia de que o Brasil ... Povo Brasileiro uploaded a video 6 years ago 2:08 Rachel Sheherazade fala sobre a censura imposta pelo PT e a possibilidade de ter um novo programa - Duration: 2 minutes, 8 seconds. Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.